IMHO

Na humilde opinião de Vinícius Versiani Durães




Sexta-feira passada, Amadeus comemorou 250 anos. Parabéns para um dos maiores gênios da música e um dos mais prolíficos, levando em conta sua precocidade. Conhecido pela perfeição de suas peças (ele não cometia erros de escrita, seus originais não tinham borrões) Mozart compôs um sem número de obras magníficas entre elas, as famosíssimas óperas As Bodas de Fígaro, A Flauta Mágica e Don Giovanni, sinfonias, concertos e o mega-sucesso Brilha Brilha Estrelinha.



As Loucuras de Dick e Jane
Dean Parisot. Fun with Dick and Jane. EUA, 2005.

Rir para não chorar. Esse é o caminho optado por Dean Parisot, que extrai humor da tragédia financeira vivenciada pelo casal Dick (Jim Carrey) e Jane (Téa Leoni). Imediatamente após ser promovido a CEO de Comunicações, Dick descobre que a empresa para qual ele trabalha (a fictícia Globodyne) sofreu um golpe do presidente, vivido por Alec Baldwin, levando-a a falência. Acostumados com um padrão de vida elevado, Dick e Jane aprendem a se virar de maneira não-ortodoxa, pois acabam virando ladrões.

Refilmagem de Adivinha Quem Veio para Roubar de 1977 (ao qual eu não assisti), o filme de Dean Parisot "atualiza" a trama, situando-a em 2000, contextualizando a tragicomédia no mundo corporativo americano que sofreu as mazelas da chamada "contabilidade criativa", que levou falência impérios como a Enron (há u'a divertida lista de agradecimentos no fim do filme). Parisot ainda faz inserções políticas, como na cena em que o casal assiste ao irônico pronunciamento de George W. Bush, comentando sobre o momento de prosperidade vivenciado pelos EEUU - mas nós bem sabemos o que Dubya tem na cabeça, não é mesmo minha gente?

Mas você que não liga para conteúdos políticos, contextos históricos e crise econômica e está preocupado se o filme é divertido ou não, pode ficar sossegado. Loucuras... é um dos filmes mais engraçados que eu vi nos últimos tempos. Jim Carrey e Téa Leoni tem aquela química maravihosa gerada pelos contrastes: enquanto o primeiro, conhecido pelas suas caretas e trejeitos, usa e abusa dos seus tiques cômicos, Leoni conquista pelo seu jeito seriamente cético. Juntos, os dois protagonizam cenas de assalto inesquecíveis, graças às suas caracterizações. Ao mesmo tempo, Parisot demonstra saber arquitetar boas piadas ao longo do roteiro (basta dizer que uma das primeiras linhas do seu filme se completa com a última). Em matéria de riso, se o leitor não é uma múmia mal-humorada, irá gargalhar pelo menos uma vez por minuto.

Como toda boa comédia, há um sem número de situações implausíveis (a motivação do filme por si só não faz muito sentido), que invariavelmente levam ao riso. Quem disse que cinema precisa ser verossímil? Diga-se de passagem, o título em português foi bastante apropriado. Contendo ainda o doce ingrediente da vingança, Loucuras com Dick and Jane é um regozijo de diversão, funcionando também como sátira política à América que existe fora do discurso de Bush.



Free Zone
Amos Gitai. Idem. Israel/Bélgica/França/Espanha, 2005
Escrevi esse texto ainda hoje porque eu não queria esquecer nada.

O filme começa com Rebeca (Natalie Portman) dentro de um carro, chorando por uns 5 ou 6 minutos, ao som da interessante música Had Gadia (meu pai comprou um cordeiro, o gato comeu o cordeiro, o cachorro mordeu o gato, etc...). Não se sabe porque ela está chorando. Descobrimos que ela está num táxi, e sua motorista é a senhora Hanna Ben Moshe (Hanna Lazlo, prêmio de melhor atriz em Cannes 2005), uma simpática e batalhadora judia alemã, que mora em Israel por fugir de você-sabe-quem. Seu marido, comerciante de carros, sofre um acidente (atentado seria mais preciso), então Hanna é incumbida de ir até a região chamada Free Zone, um lugar onde se comercializa carros, situado entre Israel, Palestina, Cisjordânia; um local em que a política pouco importa diante do comércio. Pois bem, Hanna vai atrás de um comerciante chamado "Americano", que a está devendo 30 mil dólares. Rebeca, egressa de NY, vai junto, por não ter onde ir. No caminho, elas passam pela alfândega e quase são barradas, em virtude das muitas malas de Rebeca. No caminho, o diretor Amos Gatai sobrepõe algumas imagens de Rebeca, explicando que a garota acabou com o noivo. Depois, ele sobrepõe algumas imagens de Hanna, mostrando o que aconteceu com seu marido. Hanna conta uma piada bem divertida, sobre um noive e um rabino. Elas enchem o combustível do carro e encontram uma família de dromendários no caminho. Finalmente, elas chegam à Free Zone, mas o "americano" não se encontra - quem as recebe é sua esposa, Leila (Hiam Abbass), que diz não estar com o dinheiro (a cena é bem divertida). As três mulheres seguem então, para a casa do "americano". Chegando lá, descobrem que o lugar está em chamas, e foi o filho do americano que fizera aquilo. Hanna, exausta, dorme no carro. Rebeca conversa com o "americano", e descobre que na verdade ele é palestino. Leila diz que o filho fugiu com o dinheiro e pede para seguir com Hanna até a fronteira. As três mulheres entram no carro, ouvem uma música divertida (e dançam enquanto isso), depois ouvem uma notícia no carro de ameaça de terrorismo, depois a música volta e elas continuam a dançar. Chegando na fronteira, Hanna começa a discutir com Leila, achando que a mulher do "americano" está com o dinheiro na bolsa. Rebeca sai correndo do carro com um saco na mão. Hanna e Leila ficam discutindo por horas e horas, até o anoitecer. E o filme acaba.

Espero não ter esquecido nada. Assim você economiza um bom dinheiro.



Soldado Anônimo
Sam Mendes. Jarhead. EUA, 2005.

Soldado Anônimo começa de maneira bastante inspirada, ao som de "Don't Worry, Be Happy", de Bobby McFerrin. Sam Mendes, desde o início, confere a seu longa um tom estranhamente cômico, esquecendo-se de manter uma seriedade apropriada ao tema. Por outro lado, deixa o filme irresistivelmente divertido.

Situado na Guerra do Golfo, o filme é baseado na biografia de Anthony Swofford, que desempenhava a função de atirador. Na condição de imagem, o longa aprisiona Swoff e seus companheiros no meio do deserto, colocando-os na situação conflituosa entre a proximidade (e existência) do mal chamado Guerra e a distância da mesma, que custa a se aproximar dos soldados. Confinados por mais de 120 dias, o embate propriamente dito dura-lhe apenas quatro dias e o mesmo ocorre sem tiros.

Mendes tenta mostrar o terror psicológico daqueles que, mesmo sem manchar as mãos de sangue, saem modificados de tal experiência traumática. Paralelamente, cita o interesse político nos campos de petróleo e a alienação dos soldados, convertidos em verdadeiras máquinas de matar, e isso deve ser admirável pois é altamente funcional.

Porém, ao abordar Swoff (o tal soldado anônimo), vivido pelo versátil e competente Jake Gyllenhaal, em diversas situações cômicas, o diretor falha em demonstrar a suposta "transformação" do personagem. Não se pode conceber que aquele corpo estivesse submetido a uma tortura psicológica (embora seja possível acreditar), se existe um afastamento da imagem voltada para o humor, ainda que um humor nervoso.

Contendo cenas de forte conteúdo emocional, como a do atirador desesperado por não poder realizar sua função, Mendes investiga uma faceta muitas vezes abandonada pelo gênero "filme de guerra", que não deixa de ser interessante. Faltou apenas levar seu argumento adiante.


1 ano de vida. Não tenho palavras. Deixa-las-ei para o próximo aniversário.

Aproveitando a crítica que meu amigo Felipe Cotrim fez sobre o visual do meu blog, fiz algumas modificações, incluindo a homenagem a um dos meus filmes favoritos (quem acertar o nome primeiro ganha... bem, ganha um prêmio). Aguardo humildes opiniões.

EDITADO: O sistema de comentários também mudou. Está vendo aquele número flutuante, aí em cima? Passe o mouse sobre ele e descubra o que acontece.

IMHO, sempre preocupado com a interatividade.

EDITADO 2: Acabei de perceber que o truquezinho de passar o mouse por cima do número de comentários NÃO FUNCIONA com Explorer.

Mais uma razão para se usar Firefox!

Demorou mas saiu.

And now iiiiiiiiiiiiiiiis...



Os Produtores
Susan Stroman. The Producers. EUA, 2005.

Que história irônica é a desse filme! Tudo começou quando Mel Brooks, em 1968, resolveu lançar Primavera para Hitler (The Producers), uma comédia sobre um fracassado produtor de musicais da Broadway e um contador, que descobrem que podem lucrar mais com um genuínio fracasso do que com um sucesso de público e crítica. Decididos a levar o plano adiante, eles procuram o pior texto - e se deparam com "Primavera para Hitler", escrito por um nazista louco. A peça nada mais é do que um trabalho encomiástico à figura do führer. Cientes de que estariam diante de um fracasso retumbante, procuram o pior diretor, o pior elenco, e por aí vai - naturalmente, a peça é um sucesso e eles, inevitavelmente, vão parar de trás das grades.

Por ironia do destino, o filme de Brooks foi um fracasso de bilheteria na época. Apesar dos pesares, o texto de Mel Brooks acabou indo parar na Broadway em 2001 (!). O resultado? É o musical mais premiado pelo Tony na história. Pegando carreira no sucesso teatral, a diretora da montagem resolveu expandir seu público, fazendo a versão cinematográfica do musical.


Keep it glad, keep it mad, keep it gay!

Os Produtores não esconde sua origem teatral. Stroman, na maioria das vezes, filma as cenas como se estivesse registrando seu espetáculo da Broadway; apenas deixa a imagem passar pela sua câmera, não "interfere" (posição também adotada pelo diretor de Chicago, Rob Marshall, também egresso do teatro) o que funciona ao capturar a essência exagerada do teatro como forma de criar situações cômicas, embora peque por não conceber tomadas criativas.

Dito isso, a força de Os Produtores deve residir mesmo em seu elenco e nos "números" musicais. Apesar de um fraco Matthew Broderick (Gene Wilder continua incomparável), todas as atenções voltam-se mesmo é para Nathan Lane, no papel do produtor fracassado Max Bialystock, no mesmo papel do excelente Zero Mostel. Aliás, meu único receio com relação ao longa era de que Nathan não conseguisse alcançar Zero, e felizmente, isso não ocorreu. Com um timing impecável, Nathan Lane conduz o espetáculo, num papel politicamente incorreto - basta conhecer suas patrocinadoras, um bando de velhinhas de 80 anos ("Hold me Touch me" está de volta) que adoram "brincar" com Max. Como reforço no elenco, encontramos Will Ferrell roubando a cena no papel do autor de Primavera para Hitler; Gary Beach como "o pior diretor" Roger de Bris e Roger Barth, no papel de seu assistente, Carmem Ghia, estão impagáveis no número musical "Keep It Gay" que revela o segredo de um "bom" musical. Não poderia esquecer de Uma Thurman no papel da eficiente secretária Ulla, esbanjando graça e sotaque sueco.


Now Ulla belt!

Mas o melhor momento do filme, como na versão original, é mesmo o musical, Primavera para Hitler, dessa vez numa versão extendida. É uma das coisas mais engraçadas de todos os tempos, e não estou exagerando. Ora, como é possível resistir a um Hitler afeminado, cantando "Heil myself/Heil to me/I'm the Kraut who's out to change the History"? Obviamente, é impossível.

Os Produtores conta ainda com acréscimos inusitados, oriundos da montagem musical, como o genial "resumo da ópera" no número Betrayed, protagonizado por Nathan Lane. De imensa dificuldade técnica, gostaria de ver Lane recompensado com pelo menos uma indicação ao Oscar. O final, ligeiramente modificado, acrescenta originalidade (e uma certa metalinguagem) ao longa, comprando-o com a versão de 1968.


Break your leg!

Para quem gosta de musical ou de uma boa comédia, Os Produtores é um entretenimento obrigatório. Meu conselho: corra agora para a sala do cinema, e não saia até ver a cara do Mel Brooks na engraçadíssima cena que aparece após os créditos.

Eis os (poucos) filmes vistos durante minha curta estada em Itabuna:


Herói
Zhang Yimou. Ying xiong. China/Hong Kong, 2003
Meu filme favorito do ano passado, curiosa, coincidente e não-intencionalmente, foi o meu primeiro filme desse ano. Continua excepcional.

A Noiva Cadáver
Tim Burton. The Corpse Bride. EUA, 2005
Assisti novamente à maravilhoso obra de Burton, dessa vez dublado. E, adivinha?, não ficou nada ruim. A essência das músicas de Danny Elfman foram captadas com bastante precisão e as vozes não deixaram nada a desejar, obviamente por se tratar de um trabalho de profissionais da dublagem, e não "dubladores" como Bussunda e Paulo Vilhena. Ah, sim, o filme impressiona novamente.

Kung-Fusão
Stephen Chow. Kung Fu. China/Hong Kong, 2004
O longa corrobora o talento do ator e diretor chinês de criar seqüências hilárias envolvendo kung fu, efeitos especiais e muito nonsense. Que imagem inventiva! Diversão despretensiosa de primeiríssima qualidade.


Edukators
Hans Weingartner. Die Fetten Jahre sind vorbei. Alemanha/Áustria, 2004
Muita rebeldia juvenil pro meu gosto, mas o longa alemão tem boas idéias e a bela rendição de Hallelujah, na voz do finado Jeff Buckley, que é suficiente para me agradar. Consegue estabelecer uma grande tensão pela inusitada situação vivida pelos jovens, além de discutir as disparidades da "nova ordem mundial" com bastante propriedade, sem apelar para clichês do tipo "pobre coitadinho" - as injustiças sociais falam por si só, até mesmo num país desenvolvido como a Alemanha.

Ken Park
Larry Clark e Edward Lachman. Idem. EUA/Holanda/França, 2002
Um filme vazio de conteúdo e escroto, na pior acepção da palavra. Não funciona nem como filme pornô.

Hotel Ruanda
Terry George. Hotel Rwanda. EUA/RU/Itália/África do Sul, 2004.
Um filme político baseado em fatos reais que consegue ser mais tenso do que muitos filmes de ação. Conta a história do corajoso Paul Rusesabagina, gerente de um hotel na Ruanda em plena guerra civil. Aponta a crueldade do ser humano numa guerra completamente estúpida (se é que existe alguma que não o é) e o descaso da ONU com os países pobres. Don Cheadle dá um show como Paul. Impressionante.



O Terceiro Olho
Roland Suso Richter. The I Inside. RU/EUA, 2003
Tem uma premissa interessante (rapaz acorda com amnésia, descobre que é casado com uma megera, o irmão morreu provavelmente por sua culpa - e, pior, é capaz de voltar no tempo), mas acaba virando um suspense meia-boca com um final bem ruinzinho. E me irrita o fato que a diva Sarah Polley está completamente desperdiçada.

Minhas férias em Olivença (fotos em breve no idiosyncrásia) servem sempre como retiro espiritual: dias afastados do poder destrutivo da internet e da televisão dexintoxicam corpo e mente. Eis os títulos que eu li durante os curtos dias passados no paraíso baiano.


O Enigma do Quatro

Iwan Cadwell e Dustin Thomason
Planeta, 1a. Edição, 2005
Investiga um dos livros mais difíceis de compreender, o renascentista Hypnerotomachia Poliphili. O livro peca por tecer uma distinção bem clara do que é ficção e realidade, não alcançando um dos poucos méritos do gênero caça-ao-tesouro difundido por Dan Brown. Não funciona como universo estudantil, tem um final ridículo e não satisfatório - e ainda peca nas descrições, apesar do bom conteúdo do período áureo da renascença.

Até Mais, e Obrigado pelos Peixes

Douglas Adams
Sextante, 1a. edição, 2005
É o quarto volume da cultuada série O Guia do Mochileiro da Galáxia (a editora Sextante simplesmente desconsiderou a existência do quinto volume da saga, o que é revoltante). Adams se supera ao utilizar sua fórmula de nonsense e doses carregadas do sarcástico humor inglês, para conceber sua primeira história de amor. Divertido, mas curto. Fica um gosto de quero mais que, infelizmente, não será saciado pela Sextante.


Eragon

Christopher Paolini
Rocco, 1a. Edição, 2005
É um Senhor dos Anéis sem hobbits e com dragões, sem os exageros narrativos de Tolkien, porém sem sua precisão (e criatividade). A influência do sul-africano é nítida: temos elfos, anões, língua própria. Se anda com suas próprias pernas? Ainda que apresente dificuldades literárias (o jovem escritor inclusive reconhece isso, o que é bom), sua escrita carregada de verve funciona muito bem no nível de passatempo sem compromisso. E o filme vem aí em 2006, com participação de Joss Stone.

A Maldição do Cigano

Stephen King
Objetiva, 1a. Edição, 1998
SK conseguiu, durante alguns momentos, me iludir: achava realmente que seria um livro "com final feliz". Ledo engano. King faz um obeso de 110kg emagrecer continuamente graças a uma maldição, e quem sofre é o leitor (mais do que se tivesse fazendo dieta do Atkins), graças à sua narração envolvente, embora volta e meia carregada pelo excesso de descrição. Mais uma vez, assombroso.


Assassinatos na Academia Brasileira de Letras

Jô Soares
Companhia das Letras, 1a. Edição, 2005
A fórmula do gordo de reunir conteúdo histórico, fictício e muito humor (de todos os tipos) demonstra que continua funcionando. Ainda que a trama seja previsível, o livro tem momentos tão hilários que me fez dar gargalhadas enquanto o lia. Continue assim, Jô.

A Sombra do Vento

Carlos Ruiz Zafón
Objetiva, 1a. Edição, 2004
O autor alterna entre humor, romance, suspense e tragédia shakesperiana sem jamais perder o tino, graças à sua precisão narrativa e prosa bem comedida e densa. É também um ode ao prazer da leitura e a história por trás de cada livro. Inteligente, divertido e instigante, a obra de Zafón prende o leitor graças ao carisma dos personagens e uma boa pitada de ironia por trás de uma história que poderia beirar o folhetinesco, se não fosse a habilidade de Zafón em criar uma boa trama.



A Garota das Laranjas

Jostein Gaarder
Companhia das Letras. 1a. Edição, 2005
Sublime, melancólico, dramático, romântico e, porque não dizer, oportuno, o livro é uma bela discussão sobre temas como a morte, brevidade da vida e a importância das pequenas coisas, tudo na deliciosa prosa gaarderiana que envolve cultura e filosofia sem nunca entediar o leitor.

Voilà:

13. Evil - Raízes do Mal (Mikael Håfström, Suécia, 2003)
12. O Fantasma da Ópera (Joel Schumacher, EUA/RU, 2004)
11. As Crônicas de Narnia - O leão, a feiticeira e o Guarda-Roupa. (Andrew Adamson, EUA, 2005)
10. Quarteto Fantástico (Tim Story, EUA, 2005)
09. Blate Trinity (David S. Goyer, EUA, 2004)
08. Seven Swords (Tsui Hark, Coréia do Sul /Hong Kong /China, 2005)
07. A Volta ao Mundo em Oitenta Dias - Uma Aposta Muito Louca (Frank Coraci, EUA/Alemanha/ Irlanda/RU, 2004)
06. O Retorno (Andrei Zvyagintsv, Rússia, 2003)
05. Rei Arthur - Versão do Diretor (Antoine Fuqua, EUA/Islândia, 2004)
04. Aprendendo a Mentir (Hendrik Handloegten, Alemanha, 2003)
03. Elektra (Rob Bowman, EUA, 2005)
02. Cubo Zero (Ernie Barbarash, Canadá, 2004)

01. O Amigo Oculto (John Polson, EUA, 2004)


"Esconde-Esconde!" Tá Tá Tá (tiros) - a pior frase e a pior cena da história do Cinema.

E lembre-se, o "AMIGO OCULTO" É O PAI DA GAROTA (ROBERT DE NIRO)!!!

Essa vale à pena. Simplesmente, a melhor piada de loira do mundo.




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