Nesse momento, lembrarei de alguns cômicos minutos, no qual pude assisti à "obra" entitulada:

Quarteto Fantástico (Fantastic Four)
★
Dirigido por Tim Story. Escrito por Michael France, Mark Frost e Simon Kinberg (não creditado). Com Ioan Gruffudd, Jessica Alba, Chris Evans, Michael Chiklis, Julian McMahon, Kerry Washington, Laurie Holden, Hamish Linklater. Estados Unidos. 2005.
O que fazer quando um filme é tão artificial que sua imagem é incapaz de retratar alguma coisa e a mediocridade acompanha cada quadro, cada fala, cada situação? A resposta é óbvia, se não é possível chorar (e eu sou terminantemente contra levantar no meio da projeção e sair da sala), só nos resta a rir. Sendo assim, Quarteto Fantástico tem tantas qualidades quanto Mulher Gato.
Nada soa convincente nessa adaptação dos quadrinhos. A história inicia-se com dois cientistas, Reed Richards (Ioan Gruffudd) e Ben Grimm (Michael Chiklis) que pedem apoio financeiro ao maléfico milionário Victor Von Doom (Julian McMahon), cuja assistente é a gostosa cientista Sue Storm (Jessica Alba). Richards, que está falido, convence Von Doom a financiar uma viagem ao espaço, para estudar a enigmática nuvem de poeira que se aproxima da Terra, a fim de poder compreender a molécula de DNA (risadas). Juntamente com o irmão de Sue, Johnny (Chris Evans), os cinco vão para o espaço (apenas os cinco, que não passaram por nenhum treinamento!) e, em contato com a poeira, ganham superpoderes. Desses, Von Doom, que já tinha o infeliz hábito de proferir risadas malignas, vai para o lado negro da força (literalmente), ao passo que os quatro... bem, eles se tornam o Quarteto Fantástico.
Tim Story oscila, naturalmente, entre o drama e o riso. As situações dramáticas são desprezíveis, uma vez que constituem uma série de clichês que acabam por afastar o espectador pensante da esfera cinematográfica exibida. As tentativas de criar uma densidade psicológica nos personagens, apesar de uma boa iniciativa, mostram-se todas falhas. Afinal, o mínimo que se pode esperar de um personagem como o Coisa é que ele enfrente o preconceito das pessoas, e sofra com isso. O que Tim Story parece não ter percebido é que as situações criadas por ele variam da obviedade ao lugar-comum. O sentimento de compaixão pode ser obtido de diversas formas, menos as que ele escolheu, simplesmente por se tornarem ridículas. Cenas como a do Coisa sendo desprezado pela mulher, o Coisa assustando as pessoas pelas ruas, o Coisa quebrando um banco e as pessoas rindo não causam compaixão, tão somente porque falta habilidade em criar uma imagem genuína a ponto de não questionarmos as reações de terceiros com tal personagem, mas a relação entre o roteiro e a cena construída. Essa inversão de valores torna engraçadas tais cenas sentimentalóides. Felizmente, o espectador pode se sentir aliviado, pois não é por sua culpa ou maldade e sim, pela incompetência dos idealizadores.
O Coisa não é um elemento isolado na trama. O envolvimento amoroso entre Sue e Reed também beira o ridículo. Repare que o cientista é tão indeciso a ponto de irritar; mas eis que Sue encontra um álbum de fotos numa gaveta a e passa a relembrar os momentos em que eles eram apaixonados... Ora, isso é mais que suficiente para a deslumbrante e invisível cientista volte a gostar do falido e idiota homem elástico que, inclusive, engana o espectador pois, apesar de falido, consegue construir um aparato tecnológico capaz de simular a nuvem de poeira capaz de alterar a molécula de DNA. Mas então... para que a viagem no espaço? Tentar procurar alguma lógica dentro do roteiro mostra-se uma tarefa dispensável.
Se pelo menos Tim Story fizesse uma direção enérgica e fluente, ao menos poderíamos esquecer todas as bizarrices do texto e concentrar nas cenas de ação (algo que aconteceu no divertido Sr. e Sra. Smith). Infelizmente, nem isso ajuda. O diretor faz cortes malucos, posiciona mal sua câmera (vide o close dado no óculos escuro de Johnny) e não é cuidadoso nem ao menos no que era de se esperar, os efeitos especiais. Numa das cenas iniciais, por exemplo, ele focaliza sua câmera no braço esticado do Sr. Fantástico, impossível de convencer alguém. Por outro lado, ele às vezes consegue levar ao riso algumas vezes (sempre pela figura do Johnny Storm), mesmo que tente à exaustão.
Se o diretor não consegue estabelecer um mínimo de sentido em sua narrativa, não é competente em seus cortes de ação, nem em criar momentos dotados de alguma densidade dramática, não podemos esperar que saiba conduzir de alguma forma seus atores. Por isso, todas as caracterizações soem artificiais. Honrosas exceções vão para Chris Evans que convence por sua simpatia ao encarnar o imaturo Johnny Storm (o único que parece animado com os poderes, como se aquilo não fosse algo natural) e Michael Chiklis, como o Coisa, que se beneficia da excelente maquiagem, apesar de ser prejudicado pelas situações infames que seu personagem é submetido. Enquanto isso, Ioan Gruffudd assume um personagem erroneamente pusilânime e Jessica Alba encarna a cientista gostosa sem personalidade. É com grande infelicidade que ambos protagonizam as cenas mais constrangedoras do filme já que, em nenhum momento, o "amor" dos dois soa natural, mas uma imposição do roteiro.
Quarteto Fantástico pode até ser descrito como um filme descompromissado com as premiações, que não se leva a sério e seu único intuito seria mesmo divertir. Caso o único objetivo seja mesmo divertir, seria melhor que Tim Story fizesse uma compilação das videocassetadas (seria mais barato e menos trabalhoso). Mesmo assim, ainda devemos considerar que, se o momento mais engraçado ao longo das 106 minutos de projeção foi quando Reed falou, sério, que tinha de ir ao espaço "estudar o DNA", pelo menos o Quarteto Fantástico foi, não-intencionalmente e somente neste quesito, bem sucedido.

Quarteto Fantástico (Fantastic Four)
★
Dirigido por Tim Story. Escrito por Michael France, Mark Frost e Simon Kinberg (não creditado). Com Ioan Gruffudd, Jessica Alba, Chris Evans, Michael Chiklis, Julian McMahon, Kerry Washington, Laurie Holden, Hamish Linklater. Estados Unidos. 2005.
O que fazer quando um filme é tão artificial que sua imagem é incapaz de retratar alguma coisa e a mediocridade acompanha cada quadro, cada fala, cada situação? A resposta é óbvia, se não é possível chorar (e eu sou terminantemente contra levantar no meio da projeção e sair da sala), só nos resta a rir. Sendo assim, Quarteto Fantástico tem tantas qualidades quanto Mulher Gato.
Nada soa convincente nessa adaptação dos quadrinhos. A história inicia-se com dois cientistas, Reed Richards (Ioan Gruffudd) e Ben Grimm (Michael Chiklis) que pedem apoio financeiro ao maléfico milionário Victor Von Doom (Julian McMahon), cuja assistente é a gostosa cientista Sue Storm (Jessica Alba). Richards, que está falido, convence Von Doom a financiar uma viagem ao espaço, para estudar a enigmática nuvem de poeira que se aproxima da Terra, a fim de poder compreender a molécula de DNA (risadas). Juntamente com o irmão de Sue, Johnny (Chris Evans), os cinco vão para o espaço (apenas os cinco, que não passaram por nenhum treinamento!) e, em contato com a poeira, ganham superpoderes. Desses, Von Doom, que já tinha o infeliz hábito de proferir risadas malignas, vai para o lado negro da força (literalmente), ao passo que os quatro... bem, eles se tornam o Quarteto Fantástico.
Tim Story oscila, naturalmente, entre o drama e o riso. As situações dramáticas são desprezíveis, uma vez que constituem uma série de clichês que acabam por afastar o espectador pensante da esfera cinematográfica exibida. As tentativas de criar uma densidade psicológica nos personagens, apesar de uma boa iniciativa, mostram-se todas falhas. Afinal, o mínimo que se pode esperar de um personagem como o Coisa é que ele enfrente o preconceito das pessoas, e sofra com isso. O que Tim Story parece não ter percebido é que as situações criadas por ele variam da obviedade ao lugar-comum. O sentimento de compaixão pode ser obtido de diversas formas, menos as que ele escolheu, simplesmente por se tornarem ridículas. Cenas como a do Coisa sendo desprezado pela mulher, o Coisa assustando as pessoas pelas ruas, o Coisa quebrando um banco e as pessoas rindo não causam compaixão, tão somente porque falta habilidade em criar uma imagem genuína a ponto de não questionarmos as reações de terceiros com tal personagem, mas a relação entre o roteiro e a cena construída. Essa inversão de valores torna engraçadas tais cenas sentimentalóides. Felizmente, o espectador pode se sentir aliviado, pois não é por sua culpa ou maldade e sim, pela incompetência dos idealizadores.
O Coisa não é um elemento isolado na trama. O envolvimento amoroso entre Sue e Reed também beira o ridículo. Repare que o cientista é tão indeciso a ponto de irritar; mas eis que Sue encontra um álbum de fotos numa gaveta a e passa a relembrar os momentos em que eles eram apaixonados... Ora, isso é mais que suficiente para a deslumbrante e invisível cientista volte a gostar do falido e idiota homem elástico que, inclusive, engana o espectador pois, apesar de falido, consegue construir um aparato tecnológico capaz de simular a nuvem de poeira capaz de alterar a molécula de DNA. Mas então... para que a viagem no espaço? Tentar procurar alguma lógica dentro do roteiro mostra-se uma tarefa dispensável.
Se pelo menos Tim Story fizesse uma direção enérgica e fluente, ao menos poderíamos esquecer todas as bizarrices do texto e concentrar nas cenas de ação (algo que aconteceu no divertido Sr. e Sra. Smith). Infelizmente, nem isso ajuda. O diretor faz cortes malucos, posiciona mal sua câmera (vide o close dado no óculos escuro de Johnny) e não é cuidadoso nem ao menos no que era de se esperar, os efeitos especiais. Numa das cenas iniciais, por exemplo, ele focaliza sua câmera no braço esticado do Sr. Fantástico, impossível de convencer alguém. Por outro lado, ele às vezes consegue levar ao riso algumas vezes (sempre pela figura do Johnny Storm), mesmo que tente à exaustão.
Se o diretor não consegue estabelecer um mínimo de sentido em sua narrativa, não é competente em seus cortes de ação, nem em criar momentos dotados de alguma densidade dramática, não podemos esperar que saiba conduzir de alguma forma seus atores. Por isso, todas as caracterizações soem artificiais. Honrosas exceções vão para Chris Evans que convence por sua simpatia ao encarnar o imaturo Johnny Storm (o único que parece animado com os poderes, como se aquilo não fosse algo natural) e Michael Chiklis, como o Coisa, que se beneficia da excelente maquiagem, apesar de ser prejudicado pelas situações infames que seu personagem é submetido. Enquanto isso, Ioan Gruffudd assume um personagem erroneamente pusilânime e Jessica Alba encarna a cientista gostosa sem personalidade. É com grande infelicidade que ambos protagonizam as cenas mais constrangedoras do filme já que, em nenhum momento, o "amor" dos dois soa natural, mas uma imposição do roteiro.
Quarteto Fantástico pode até ser descrito como um filme descompromissado com as premiações, que não se leva a sério e seu único intuito seria mesmo divertir. Caso o único objetivo seja mesmo divertir, seria melhor que Tim Story fizesse uma compilação das videocassetadas (seria mais barato e menos trabalhoso). Mesmo assim, ainda devemos considerar que, se o momento mais engraçado ao longo das 106 minutos de projeção foi quando Reed falou, sério, que tinha de ir ao espaço "estudar o DNA", pelo menos o Quarteto Fantástico foi, não-intencionalmente e somente neste quesito, bem sucedido.


Parece óbvio o porque Sue permanece apaixonada por Reed Richards.
Ela deve ter pensado: " Se ele estica o braço dessa maneira..."
ahuhuahuahauhahuauhauhahhuahah
c nem esculhambou hein?
Pooohhhh eu keru v pra rir ttbbb!!!
soh q dublado eh phoda neh? ae ao inves de rir vai me dah sono...
Pohhh sabia q jessica alba loira num ia da u q preste... ela q era taum legal em dark angel (primeira temporada, pq a segunda, misericordia!! q merda foi akela.. + deixe issu pra lah) heheh pois eh... o Coisa tah ateh bem feitinhu neh? e o cara q estika eh moh sem sal....
de kualker forma.... eh melhor esperar passar na HBO pq nem o ingresso vale afinal o cinema de Itabocas City eh carooooo...
:P
bjuuuuu
May
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Além do filme ser A BOMBA das férias, eu ainda assisti dublado...
Fazer o que, né?